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quarta-feira, 9 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Lei do DHARMA ou PROPÓSITO DE VIDA
Todo mundo tem um talento. E quando esse dom beneficia os outros, chega-se à exultação do espírito – que é o objetivo supremo na vida.
Há pessoas bem felizes com o que fazem na vida profissional, enquanto outras não parecem tão contentes assim. A diferença entre regozijar-se com o trabalho ou apenas encará-lo como um fardo pode ser explicada pela lei do darma (“propósito de vida”, em sânscrito). Conforme o sétimo e último ensinamento espiritual do sucesso, assumimos uma forma física para cumprir um intento particular nesta existência. Isso quer dizer que cada um de nós apresenta um talento e uma maneira singular de Expressá-lo – algo que a gente pode fazer melhor do que todo mundo. Dessa forma, trabalharemos com amor, sem perceber o passar das horas. “É como tecer uma roupa com fios que vêm do coração”, ensina o profeta Kalil Gibran. Já parou um pouquinho para pensar nisso? Afinal, sempre existe tempo para revolucionar a vida. Quem tem filhos pode fazer como Deepak Chopra, que incentivou seus rebentos desde pequenos a se entregar a tal descoberta. Segundo o autor, hoje eles são excepcionais naquilo que os torna economicamente auto-suficientes. “Estão concentrados no que vieram fazer aqui”, ele escreve. O exemplo ilustra como surge a fagulha da riqueza quando o talento verdadeiro casa com a expressão criativa e supre as necessidades dos semelhantes.
Encontrar o eu verdadeiro é o primeiro componente da lei do darma. Somos essencialmente espirituais e cada qual tem dentro de si um embrião de Deus pronto para nascer e mostrar sua divindade. Meditar, portanto, é preciso.
Expressar seu talento singular também importa. Isso significa descobrir com que atividade você perde a noção do tempo. Essa consciência atemporal é como um estado de graça.
Servir a humanidade é outra tarefa fundamental, que fecha o ciclo. Vale se perguntar: “Como posso ajudar a todos?”, em vez de “o que vou ganhar com isso?”. Quando o talento beneficia os outros, a lei do darma se realiza plenamente. Indo além do ego e acessando o campo da potencialidade pura (que é a verdadeira identidade), não há como não encontrar a abundância permanente.
Uma lista com respostas sobre como ajudar o próximo é um recurso, além de imaginar o que faria se o dinheiro não fosse problema. Melhor se continuar fazendo o que faz hoje. Sinal de que já está em seu darma.
Em nome da lei. (Aplique o darma em sua vida com os seguintes passos:)
1. Nutra a divindade que existe em você, prestando atenção no que anima seu corpo e sua mente.
2. Faça uma lista de seus talentos únicos. Depois, produza outra relação das coisas que adora fazer quando expressa esses talentos. Diga então: “Eu os expresso e os ponho a serviço da humanidade, perco a noção do tempo e crio abundância em minha vida e na dos outros”.
3. Pergunte-se diariamente: “Como posso servir?” e “como posso ajudar?”. As respostas permitirão ajudar seus semelhantes com amor.
Fonte: bons fluídos
Lei do DISTANCIAMENTO
Longe de velhos condicionamentos, vale a pena abrir a alma para a sabedoria do desconhecido e da incerteza. Essa é a fórmula mágica para acessar a mente criativa do Universo.
Uns mais, outros menos. Mas, convenhamos, é comum a gente se pegar querendo controlar tudo a nossa volta, não é? A sexta lei, a do distanciamento, trata disso. Segundo ela, para conseguir qualquer coisa na natureza, é preciso desistir do apego. “Não descartar o desejo, mas apenas desistir do apego ao resultado”, diz Chopra. No dia-a-dia, esse “apenas” pode dar trabalho porque, vira e mexe, nos flagramos querendo mostrar nosso poder ou buscar a aprovação dos outros. Pois saiba que se distanciar é uma atitude muito poderosa. Mesclar este ensinamento com o anterior (a lei da intenção e do desejo) forma o caminho para obter tudo o que se deseja. É que o distanciamento se baseia na crença inquestionável de que o Eu verdadeiro pode tudo, pois é pura fonte de abundância, capaz de suprir todas as necessidades – inclusive as materiais. Já o apego denota medo e insegurança. A busca por segurança, aliás, é praticamente constante. Mas pense bem: ela nunca é encontrada porque é ilusória, efêmera e não está vinculada só aos bens materiais. Quando a gente vive assim, está apegado ao conhecido, mas o segredo está no oposto. A incerteza das coisas é o campo fértil de todas as possibilidades, da evolução da existência, do surgimento de novas manifestações.
Renunciar ao apego é essencial para a sabedoria da incerteza – que tempera a vida com excitação, aventura e mistério.
Perseverar nessa trilha significa não ter idéia pronta do que fará na próxima semana ou no ano que vem.
Correlações infinitas caracterizam o campo das possibilidades. Diferentes eventos aparentemente desconexos acontecem de maneira a alcançar os resultados pretendidos. Isso pede criatividade e espontaneidade. Portanto, afaste qualquer traço de rigidez. Deixe a vida te levar.
Veja as possibilidades do presente. O que parece um problema, por exemplo, pode conter um benefício maior. Você se lembra do ditado que diz “faça de um limão uma limonada”? É a prontidão e a oportunidade em perfeita sintonia.
Os caminhos são vários para atingir determinado ponto ou seguir numa direção. E, por conta da incerteza, eles até podem mudar. Não forçar soluções costuma acelerar o processo evolutivo. Acredite: do caos e da confusão pode surgir algo incrível.
Em nome da lei. (Aplique o distanciamento em sua vida com os seguintes passos:)
1. Dê-se a liberdade de ser o que é. Evite impor-se e forçar soluções para os problemas – o que pode criar novos. Exercite o distanciamento.
2. Transforme a incerteza em ingrediente da existência. As soluções tenderão a surgir de maneira espontânea. Parece paradoxal, mas, quanto mais incerto for o caminho, mais seguro você deverá se sentir. Lembre-se de que essa é a trilha da liberdade.
3. Perceba a infinidade de escolhas da vida, que a transforma numa aventura divertida, mágica e misteriosa.
fonte: Bons Fluidos
Lei da INTENÇÃO E DO DESEJO
Quando queremos alguma coisa, não é preciso despender uma força enorme para chegar lá. Ao semearmos com atenção o desejo no Universo, ele se concretiza – mas no tempo certo.
Para a quinta lei, a da intenção e do desejo, tudo na natureza é energia em movimento. Inclusive a existência das pessoas. Por isso, pode-se dizer que nós somos o mundo e o mundo somos nós. Essa consciência torna possível realizar os desejos mais íntimos, levando em conta dois conceitos: atenção e intenção. É fácil perceber que, quando se volta a atenção para alguma coisa, ela fica mais forte na vida. O segredo para concretizar tal objetivo está na intenção, semeada de maneira tranqüila no tempo espaço para as leis da natureza se encarregar do resto.
Sem estresse, apego ou ansiedade pelo resultado imediato, você planta no espontâneo campo da potencialidade pura e aguarda que o não-manifesto se torne manifesto.
Silenciar é um instrumento poderoso para conter o turbilhão de pensamentos. Quando calamos (e também não lemos, assistimos TV ou ouvimos música), mergulhamos em uma viagem de sensações. Comece com meia hora. No início pode ser difícil, mas vale insistir. A meditação possibilitará plantar em campo fértil suas intenções, deixando o Universo se encarregar do resto.
Não julgar é outra forma de acessar o “espaço vazio” entre os pensamentos. Evite classificar tudo e todos, pois o burburinho mental interfere no diálogo interior.
Unir-se à Natureza revela mais um caminho para a pura consciência. Isso ajuda a interagir e a comungar com as forças vitais. Afinal, nós estamos no Universo e o Universo está em nós.
As ações descritas acima geram nas células uma memória que traz o desejo de repeti-las dia após dia. Assim, o hábito tende a se introduzir espontaneamente, revelando a dualidade dessa lei. Deepak Chopra explica: “A quietude por si só é o potencial da criatividade. O movimento por si só é sua expressão”. Na combinação dos dois opostos, segundo ele, está o equilíbrio criador de tudo o que se quer.
Em nome da lei. (traga a potencialidade pura para a sua vida:)
1. Duas vezes por dia, fique em silêncio e apenas seja. Sente-se com a coluna ereta, feche os olhos e deixe os pensamentos fluírem livremente, sem retê-los. Observe o movimento de sua respiração, mantendo o mesmo ritmo, até a mente se aquietar. Essa meditação silenciosa pode começar com 5 minutos, estendendo-se até 20 ou 30 minutos.
fonte: Bons fluidos
2. Comece o dia dizendo: “Hoje não julgarei nada nem ninguém”. Não criticar significa manter livre a comunicação com sua consciência maior.
3.Observe a inteligência da natureza. Sentir o perfume de uma flor, abraçar uma árvore ou assistir ao pôr-do-sol pode ajudar a entrar em contato com todas as coisas vivas.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Lei do Mínimo Esforço
A natureza transcorre como deve ser. Aí reside sua sabedoria. Aceitar os momentos que a vida traz, mesmo os difíceis, é o caminho para transformá-los em benefícios.
A Terra gira em torno de seu eixo. O Sol nasce e se põe. As flores desabrocham. Os pássaros voam. Observe: os fenômenos não se esforçam para ocorrer, apenas ocorrem. Tudo funciona conforme a própria natureza, de maneira espontânea, serena, coerente, sem resistência. “E é da natureza humana materializar seus sonhos facilmente”, garante Deepak Chopra ao tratar da lei do mínimo esforço.
A sintonia com o princípio do “faça menos e realize mais” leva a um estado tal que basta ter a mais simples idéia para vê-la se manifestar com facilidade. É como se pudéssemos escolher entre o milagre proporcionado por esse saber e o sofrimento de mil e uma batalhas vãs. A magia resume-se em saber criar, armazenar e utilizar a energia de maneira eficiente, sempre na direção do que desejamos. A força motriz chama-se amor – um sentimento capaz de multiplicar e acumular energia quando aplicado em tudo. Atitudes egoístas, ao contrário, geram desperdício e desgaste.
Transpor tal conceito para um cotidiano repleto de embates parece uma tarefa complicada. Mas, tendo como referência nosso interior e nosso espírito, a adoção de três posturas-chave pode canalizar a energia e auxiliar a travessia por qualquer dificuldade.
Aceitar os fatos do presente é essencial. Do contrário, é como lutar contra o Universo. Você pode querer que as coisas sejam diferentes no futuro. Mas, neste momento, tem de aceitá-las como elas são.
Responsabilizar-se pela situação atual corresponde a outro fator. Procure oportunidades para transformar um problema de modo criativo e otimista. Tudo depende de como você interpreta a realidade, pois há um significado oculto por trás de todos os fatos. Saber ouvir uma pessoa que considera desagradável, por exemplo, pode trazer lições inestimáveis.
Baixar as Defesas e desarmar o espírito compõe mais um trunfo. Como a resistência encontra a resistência, você poupa energia ao desistir da posição de defesa. Lembra-se do bambu? Ele verga, mas não quebra. Com a combinação dessas três atitudes – revela a lei do mínimo esforço -, a tendência será viver o presente de modo pleno. Ao reconhecer sem resistência uma dádiva neste instante, você poderá liberar suas intenções ao Universo sem se prender a elas. Então será o tempo de esperar para que se concretizem.
Em nome da lei. (Coloque em ação o princípio do mínimo esforço com os seguintes passos:)
1. Aceite o presente como ele deve ser, dizendo diariamente “Hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias e fatos como eles se manifestarem”, E também: “Minha aceitação será total e completa. Verei as coisas como são no momento em que ocorrerem e não como eu gostaria que fossem”.
2. Assuma a responsabilidade por determinado problema. Sem culpar algo ou alguém, procure se conscientizar das oportunidades para transformá-lo em benefício.
3. Baixe a guarda. Procure flexibilizar seus pontos de vista, permanecendo aberto aos dos outros, mas sem se prender a nenhum.
Fonte: Bons Fluídos
quinta-feira, 31 de março de 2011
Lei do Carma, ou da Causa e Efeito
Quem semeia vento colhe tempestade. Quem semeia felicidade colhe alegria. Ao escolher um ou outro caminho, você cria o futuro, que começa aqui e agora.
Você já deve ter se perguntado: “Por que isso está acontecendo comigo?” A resposta nem sempre fica evidente. É provável que vasculhar na memória algumas de suas atitudes ajude a descobrir o motivo. Afinal, a cada instante fazemos escolhas que determinam nosso destino. Assim preconiza a lei do carma, ou da causa e efeito, segundo a qual a felicidade está na sabedoria de fazer espontaneamente aos outros o que desejamos para nós.
O carma é o resultado das ações dos homens e de suas conseqüências. Na escola, como na vida, aprendemos que “para cada ação existe uma reação igual e contrária”. É toma lá, dá cá. Para o bem ou para o mal, nossas atitudes retornam de maneira implacável e às vezes em diferentes contextos. A lei do carma é clara: nada do que se deve ao Universo fica sem ser pago.
Há que se ter uma disciplina ferrenha para ficar atendo a nossas ações e reações, pois muito de nosso jeito previsível reflete condicionamentos arraigados. Por conta deles, acionamos respostas automáticas. Ao sofrer um insulto, por exemplo, é bem provável que você se ofenda. Mas, lembre o contrário também é possível. Para Chopra, mesmo atitudes que parecem impensadas influenciam a energia ao nosso redor e, por extensão, o futuro.
Conscientizar-se de seus atos. Tente responder quais serão as conseqüências da escolha e se ela trará felicidade tanto para si quanto para os outros envolvidos.
Perceber a linguagem do corpo também ajuda. Observe as sensações de conforto ou desconforto que as perguntas acima lhe causam. Um nó no estômago ou um aperto no coração podem ser o sinal do Universo para seguir outro caminho.
Meditar para transcender o carma (veja a primeira lei) é uma saída melhor do que pagar o débito com uma boa dose de sofrimento. É como lavar roupa em um rio: a cada mergulho, saem algumas manchas.
Dar nova expressão à experiência aparentemente negativa é outra maneira de quitar as dívidas. Procure reconhecer as causas do ocorrido, assimilar a mensagem e torná-la útil a seus semelhantes. Assim, você enxerga a semente de oportunidade e ata essa semente a seu darma, que é seu propósito de vida (veja a sétima lei). Quem enfrentou problemas físicos pode escrever um livro a respeito, caso transmitir o que aprende seja seu talento.
Em nome da lei. (coloque em ação o princípio do carma, ou da causa e efeito, com os seguintes passos:)
1. Observe as escolhas que fará e tenha noção delas. Diariamente leve em conta que se preparar para o futuro significa se conscientizar do presente.
2. Procure sempre responder a duas perguntas: “Quais serão as conseqüências desta opção?” e “essa escolha trará satisfação e felicidade a mim e aos outros afetados por ela?”
3. Oriente-se pelas mensagens manifestadas por seu corpo, principalmente o coração. Sensações de conforto indicam a direção correta.
Fonte: Bons Fluídos
quarta-feira, 23 de março de 2011
Lei da Doação
Tudo flui de maneira contínua no Universo. Por isso, acredite: dar e receber são atitudes exemplares para quem quer garantir a magia das trocas em uma vida abundante.Você já deve ter ouvido: “É dando que se recebe”. Pura verdade. Mesmo tão divulgada, é comum desprezarmos essa máxima. Esquecemos em meio às atribulações do dia-a-dia que o dar e o receber traz abundância porque estão de acordo com a sabedoria universal. Essa é a base da lei da doação. Para quem deseja ter algo, portanto, é bom começar a oferecer um pouco do que almeja.
Nada é estático. Tudo opera por meio de trocas dinâmicas. Sua mente, seu corpo e o restante do Universo estão em constante interação. De bens materiais a sentimentos e atitudes, esse intercâmbio mantém a circulação de energia entre nós, pois estamos todos ligados.
O caminho natural para obter dinheiro, por exemplo, podem ser ajudar outros a enriquecer. A moeda é um forte símbolo de energia vital, porém só acumulá-la significa interromper seu curso. É preciso deixar fluir para não estagnar. Gastar alguns trocados numa refeição para quem precisa vai alimentar sua alma mais do que imagina.
Quer alegria? Dê alegria. Quer amor? Dê amor. Procura atenção? Dê atenção. “A mera idéia de dar, de abençoar, de oferecer uma simples oração tem o poder de afetar a vida dos outros”, escreve Chopra. E, por extensão, a nossa.
Pequenas dádivas de afeto, respeito e compreensão valem tanto quanto presentes materiais. A magia é a mesma – e às vezes maior. É o pouco que gera muito, é o nada que proporciona tudo.
A qualidade da intenção é importante para multiplicar a energia. Deve ser incondicional, sincera e refletir um prazer genuíno. Caso contrário, nada será acrescentado – nem a você nem ao outro.
Aprender a receber corresponde a outra lição, já que somente dar não adianta. Afinal, os opostos se atraem e se complementam. Por isso, da próxima vez em que for elogiado, agradeça sem rodeios. Do mesmo modo, vale dizer obrigado ao Universo por tudo.
Dar e receber na mesma intensidade alimenta o fluxo da abundância, um movimento circular e perpétuo.
Em nome da lei. (traga a doação para sua vida com os seguintes passos:)
1. Diariamente, procure dar presentes a quem encontrar e veja a energia fluir, leve e solta entre os dois pontos. Não importa o quê, mas a intenção. Pode ser uma palavra, uma oração, uma flor. Com isso, incentivará a circulação de energia, trazendo abundância e riquezas para si e para o outro.
2. Esteja sempre aberto para receber algo que lhe deixe feliz: presentes, dinheiro, cumprimentos, orações. Agradeça as belezas que a natureza proporciona como a luz solar, as flores, o barulho do mar, o canto dos pássaros.
3. Ao dar e receber faça circular as riquezas materiais e imateriais em sua vida. Em silêncio, sempre deseje felicidade e alegria a quem encontrar.
terça-feira, 15 de março de 2011
Liberdade
"No instante em que damos total liberdade a todos os que nos cercam, quando deixamos de desejar prender e cercear as pessoas, quando deixamos de esperar qualquer coisa delas, quando tudo o que pensamos é em dar e dar mais e nunca em tomar, então descobrimos que estamos totalmente livres do mundo. As cadeias que nos prendiam caem por terra, as correntes se rompem e, pela primeira vez na vida, sabemos o que é a experiência inédita da liberdade total; livres de todas as restrições humanas, seremos, com disposição e alegria, servos apenas do nosso Eu Superior".
Dr. Edward Bach, criador das essencias "Florais de Bach"
(em discurso pronunciado na Inglaterra em 1931)
sexta-feira, 11 de março de 2011
Lei da Potencialidade Pura
A resposta para concretizar qualquer coisa na vida encontra-se em nosso interior. Aquietar a mente e ouvir a voz do silêncio é a melhor maneira de descobri-las.
Para entender o conceito da potencialidade pura, imagine que você é uma casa com dois quartos divididos por uma porta. Um dos cômodos, bem iluminado, representa o campo da pura potencialidade. Ali habitam abundância, consciência e criação inesgotáveis. É o lugar de sua verdadeira natureza e de todos os seus sonhos. A vida como ela é reside no outro quarto, banhado apenas por fachos de luz vindos das frestas da porta. Essa porta representa os pensamentos que nos separam de quem realmente somos. Abri-la e conectar as duas partes é o caminho mais fácil para aplicar a primeira lei.
Ao sentirmos medo e buscarmos poder, controle e aprovação, sem querer instalamos a tal porta deixa a vida no quarto escuro, enquanto do outro lado fica o próprio Eu. Resgatar tal centelha divina passa por se conhecer de verdade e se alinhar ao Universo. Aí reside a força fundamental – e não no poder passageiro, que se esvai quando cargos, títulos e bens desaparecem. Já o poder baseado no conhecimento do Eu atrai pessoas e circunstâncias que ajudam a concretizar os desejos. Eis a resposta para encontrar formas infinitas de realização e transcender culpas, inseguranças, adversidades. Mas como fazer para acessar a potencialidade pura?
Silenciar é um instrumento poderoso para conter o turbilhão de pensamentos. Quando calamos (e também não lemos, assistimos TV ou ouvimos música), mergulhamos em uma viagem de sensações. Comece com meia hora. No início pode ser difícil, mas vale insistir. A meditação possibilitará plantar em campo fértil suas intenções, deixando o Universo se encarregar do resto.
Não julgar é outra forma de acessar o “espaço vazio” entre os pensamentos. Evite classificar tudo e todos, pois o burburinho mental interfere no diálogo interior.
Unir-se à Natureza revela mais um caminho para a pura consciência. Isso ajuda a interagir e a comungar com as forças vitais. Afinal, nós estamos no Universo e o Universo está em nós.
As ações descritas acima geram nas células uma memória que traz o desejo de repeti-las dia após dia. Assim, o hábito tende a se introduzir espontaneamente, revelando a dualidade dessa lei. Deepak Chopra explica: “A quietude por si só é o potencial da criatividade. O movimento por si só é sua expressão”. Na combinação dos dois opostos, segundo ele, está o equilíbrio criador de tudo o que se quer.
Em nome da lei. (traga a potencialidade pura para a sua vida:)
1. Duas vezes por dia, fique em silêncio e apenas seja. Sente-se com a coluna ereta, feche os olhos e deixe os pensamentos fluírem livremente, sem retê-los. Observe o movimento de sua respiração, mantendo o mesmo ritmo, até a mente se aquietar. Essa meditação silenciosa pode começar com 5 minutos, estendendo-se até 20 ou 30 minutos.
fonte: Bons fluidos e 7 Leis para o Sucesso - Deepak Chopra
2. Comece o dia dizendo: “Hoje não julgarei nada nem ninguém”. Não criticar significa manter livre a comunicação com sua consciência maior.
3. Observe a inteligência da natureza. Sentir o perfume de uma flor, abraçar uma árvore ou assistir ao pôr-do-sol pode ajudar a entrar em contato com todas as coisas vivas.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Felicidade para Todos - FIB
Por Liane Alves – revista Vida Simples
Você tem idéia do quanto é feliz, ou por que não é? Pouca gente sabe responder isso de bate-pronto. Mas as mesmas perguntas que podem ser usadas para avaliar a satisfação de uma pessoa também servem para medir a felicidade dos funcionários de uma empresa, dos habitantes de uma cidade ou da população de um país. Ciente da importância de ter súditos felizes, Jigme Singye Wangchuck, o rei do Butão, criou a mais de 30 anos um índice de desenvolvimento social baseado em pesquisas que procuram mapear o que pode trazer felicidade para seu povo. O FIB, ou Felicidade Interna Bruta, tornou-se então o fator determinante na aplicação das políticas governamentais desse minúsculo reino de orientação budista entre a China e o Tibete.
Essa criativa experiência começa a render frutos. Prefeitos de algumas cidades do mundo (inclusive do Brasil), presidentes de instituições ou mesmo pessoas comuns estão dispostos a imitar esse simpático e bem-sucedido exemplo. Diz o ministro de Planejamento do Butão, Dasho Karma Ura, que veio a São Paulo a alguns anos atrás. “As pessoas sempre podem se tornar mais felizes. Um bom começo é procurar detectar com minúcias o que nos traz felicidade – e o que nos causa sofrimento”. Algo em que, ironicamente, sequer paramos para pensar.
Para receber o texto em pdf na íntegra, envie um e-mail para mim com o título da matéria no campo assunto.
Para saber mais sobre o Projeto FIB, acesse o site www.felicidadeinternabruta.com.br e teste seu nível de felicidade.
Maturidade não tem Idade
Por Luciana Stein – revista Vida Simples
O professor de cinema Waldemar Lima, 74 anos, diz que já alcançou a maturidade, sim. E faz tempo, quando ia pela casa dos 30 anos e estava formando sua família. De lá para cá, muita coisa aconteceu com ele, é claro. Pessoas queridas vieram e foram, projetos brotaram e murcharam, escolhas foram feitas. Mas hoje, mais de 40 anos depois, Waldemar afirma que já não se considera maduro. “Eu tenho um acervo maior de conhecimento, mas ele não corresponde a um grau maior de maturidade”. Curiosa com sua história, consulto o dicionário e fico ainda mais confusa. O livrão me conta que maturidade é sinônimo de perfeição, primor. Ou seja, o que Waldemar me diz é que eleja foi perfeito e deixou de sê-lo. Pode? Sim, pode.
Maturidade é um conceito curioso, mágico até. Porque sugere perfeição, algo acabado, pronto, mas também aperfeiçoamento. No final, sua melhor definição é quase um paradoxo: perfeição em evolução. Nada mais humano, concluo. Ao longo da vida, assumimos papéis diversos e ansiamos por saber responder aos desafios de cada etapa, mas a boa resposta de agora pode não servir mais adiante. Assim, a perfeição de uma criança talvez não caiba a um adolescente e vontades de um jovem de 20 anos talvez não prestem a um octogenário. No entanto, todos eles podem ser maduros à sua maneira. E nem sempre o mais velho amadureceu mais, como atesta Waldemar. Maturidade não se acumula com o tempo.
Para receber o texto em pdf na íntegra, envie um e-mail para mim com o título da matéria no campo assunto.
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